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Aeroporto de Bangkok – Aeropoto Suvarnabhumi


Depois de quase 30 horas de viagem, apertado igual a sardinha em lata na classe econômica, a chegada em Bangkok é a primeira confirmação de que você realmente está longe para caramba! Deixa eu explicar melhor, assim que nós saímos do avião fomos recebidos por uma sorridente moça magrinha, pequeninha e muito sorridente que nos entregou um chip de telefone! Isso mesmo, ganhamos um chipe de telefone assim que desembarcamos na Tailândia. Esse chip, pelo que eu entendi, vem com 40bath de carga para uso da internet. Não sei confirmar se realmente é isso porque não usei, mas achei prático para quem não pode ficar sem telefone e internet. Nós só usamos o wifi dos hotéis e do lugares que tinham internet liberada, nosso 3/4G e rooming são desligados antes mesmo de embarcar no vôo pois já tivemos uma experiência bem desagradável com a Vivo, que nos cobrou um serviço nunca utilizado. Enfim, passando a mocinha sorridente entramos em um aglomerado gigantes de esteiras e letreiros brilhantes até conseguir chegar na imigração, quer dizer, na imigração não, na HELTH CONTROL!!!!! Grave esse nome e esse quiosque:

O Health Control é o local onde uma funcionária não muito simpática vai ver seu certificado de febre amarela e autorizar sua entrada no país. TODA vez que você sair da Tailândia, mesmo que não saia da Ásia, você tem que passar pelo Health Control, o que é um pouco chato mas fazer o quê. Outra coisa, tem que passar no health Control antes da imigração senão você tem que voltar lá para carimbarem o seu formulário.
Liberado pela mocinha não muito simpática, você está livre para passar pela imigração, que foi bastante eficiente em todas as vezes que nós passamos (principalmente se comparada com a do Camboja, que é um pesadelo). Não me fizeram nenhuma pergunta, só tiraram uma foto e me deixaram passar. O cartão de imigração foi distribuído ainda no vôo. Aqui vale uma outra observação muito importante:
– Famílias que estão viajando juntas NÃO passam juntas na imigração!!!!! Ou seja, as crianças passam com um dos pais, enquanto o outro fica com cara de sabão torcendo para que nada dê errado. Sério, não tentem passar juntos, nós levamos várias broncas porque esquecíamos e tentávamos ir juntos. Não importa que o seu bebê/criança não fique parado no seu colo, basicamente você tem que se virar sozinho. Dos quatro países, a Tailândia foi o mais flexível com essa regra, já os outros…


Bom, resumão do aeropoto Suvarnabhumi(tentem escrever esse nome sem colar no Google, impossível!): É o maior do Sudeste Asiático, um dos 10 mais movimentados do mundo, novinho, gigantesco e bem funcional. O embarque tem uma ótima área de alimentação, o desembarque nem tanto. A sinalização é feita em tailandês e inglês, ainda bem porque a nossa compreensão da língua deles é de nada com coisa nenhuma, embora eu ache que bem bonito ver aquele monte de desenho significando alguma coisa. As esteiras de bagagem ficam logo depois da imigração e são muitas! Muitas mesmo! Para chegar e sair dele os passageiros tem várias opções:
– Trem – Airport Rail Link – Não usamos, meu irmão usou e disse que é eficiente mas que é demorado (demorava mais de 1h para chegar no nosso hotel) e era cheio, depois de 30h de vôo, com duas mega mochilas e a Julia, preferimos ir de taxi;
– Taxi normal – preço ok mas eles não falam absolutamente nada de inglês, leve o endereço do hotel escrito em Tailandês ou pelo menos o número do telefone do hotel, era o que tínhamos e o motorista ligou para se informar. Outra coisa, nos deram um valor no guichê e o motorista tentou cobrar um valor bem mais alto alegando que o valor que nos deram era para carro de passeio e o dele era um carro “grande”, mentira pois no guichê eles te encaminha para o número da vaga em que ele estava parado, oferecemos um valor meio termo (pagamos 600bath, uns 60 reais). Não usaram taxímetro. O ponto dos taxis oficiais fica no primeiro piso e tem várias placas indicando o caminho;
– Carro executivo – Caro!