Disney, Estados Unidos, hospedagens pelo mundo, Orlando

Como é ficar no Animal Kingdom Lodge – O hotel Deluxe mais selvagem da Disney

Um hotel de selva no meio dos parques da Disney, essa é a proposta do Animal Kingdom Lodge, o hotel mais exótico de todos os hotéis da Disney. É um hotel da categoria Deluxe da Disney, ou seja, os hotéis de luxo do complexo, embora seja o mais acessível de todos eles.

Eu não vou mentir, eu desejei ficar nele durante anos. Eu nem sei explicar o motivo, talvez fosse o pé direito gigantesco, ou talvez a árvore de natal que aparece em todas as fotos da Disney em dezembro, ou a possibilidade abrir a varanda e dar de cara com uma uma girafa na minha varanda (isso nunca vai acontecer, depois eu explico), ou quem sabe a possibilidade de encontrar com algum personagem com aquela roupinha linda de safari. Como se não bastasse ele tem restaurantes fantásticos, que são elogiados em absolutamente todos os blogs que falavam sobre alimentação vegetariana/vegana da Disney. 

O Animal Kingdom Lodge fica dentro da área do parque Animal Kingdom e faz parte de um complexo que, além do parque, também inclui o Animal Kingdom Village – Kidani Village, mas não se engane, apesar de próximo, ele ainda fica bem distante do parque, uns 15 minutos de ônibus. A distância não é um problema já que, como todos os outros hotéis da Disney, ele também está ligado a todos os parques e a Disney Spring por ônibus que saem em intervalos regulares.

Por sinal, já chegamos no hotel com um transporte Disney, o Magical Express, o ônibus da Disney que sai do aeroporto de Orlando e leva os hóspedes para seus respectivos hotéis.

Não dá para negar que a entrada no lobby do hotel é de tirar o fôlego. Com seu pé direito muito alto e sua decoração em madeira escura deixam o ambiente ao mesmo tempo acolhedor e familiar. Ajudou ter um grupo de crianças batucando instrumentos e cantando músicas africanas com uma recreadora bem na entrada do hotel quando chegamos.

Check-in

O balcão de check-in fica localizados logo na entrada, do lado esquerdo do lobby. Vários atendentes trabalhando ao mesmo tempo. Como chegamos depois das 22h o local estava bem vazio mas acredito que nos horários de pico em alta temporada, devem ficar bastante lotados. O check-in, foi rápido e nos ofereceram um upgrade para um quarto com vista para a savana por 300 dólares (para toda a estadia). Nós tínhamos reservamos uma quarto sem vista em uma promoção da Disney que nos rendeu um belo desconto na hospedagem (quase 50% do valor cheio do quarto). O upgrade subiu um pouco o valor mas ainda ficou muito mais barato do que o valor que pagaríamos se tivéssemos feito a reserva do quarto com savana pelo site da Disney. Para quem não sabe, a diferença de preço de um quarto sem/com vista para a savana é de uns 150 dólares/noite. Então fica a dica, para quem vai em meses de baixa temporada, vale a pena arriscar a reserva de um quarto mais barato e tentar um upgrade para os quartos com vista, a economia foi de quase 500 dólares.

O Hotel

Cheiro de madeira e lenha queimando, essa é a lembrança que eu guardei do hotel. Sempre tem uma lareira acesa e o cheiro dela te convida a sentar e tomar um chocolate quente enquanto se aquece. Como nós pegamos bastante frio de noite e pela manhã, era reconfortante chegar no hotel morrendo de frio e ser acolhida com o quentinho da lareira.

Que o hotel é lindo eu já falei né? A temática africana está presente em todos os detalhes, das máscaras e esculturas, passando pela ponte suspensa, as cadeiras de palha e madeira, muito tecido cru.

Dentro do hotel uma loja da Disney chamada Zawadi Marketplace que vende coisas da Disney com a temática do Animal Kingdom, ou seja, muita onça, muita zebra, muita girafa. Além de alguns snacks, alguns objetos de decoração e coletes daqueles caqui muito comuns em safáris.

O hotel é gigantesco, são 972 quartos, então se prepare para se perder algumas vezes. Depois de um tempo você entende a logística dos quartos e fica mais fácil andar, mas me perdi várias vezes. Passei quase meia hora procurando a lavanderia e no primeiro dia tentei sair do restaurante e voltar para o quarto e terminei na academia.

A disposição dos corredores é em semi-círculo para que mais quartos tenha vista para as Savanas.

Além dos restaurantes, Concierge, áreas infantis, o hotel conta ainda com uma lavanderia enorme, no estilo americano, ou seja, com mas moedas você compra o sabão, mais outras moedas você liga a lavadora e por último coloca umas moedas para a secadora. Como o hotel é moderno é possível pagar tudo com cartão em uma maquininha que fica na parede. Super prático.

Ainda sobre o hotel, preciso contar que meu Magic Moment aconteceu nele! Para quem nunca ouviu falar no Magic Moment, é um momento que faz você entender a magia da Disney! Algumas pessoas ganham presente porque é o dia do aniversário, já li de crianças que ganharam um novo brinquedo porque o delas quebrou ou caiu no lago. Pois bem, eu viajei com um anel que eu AMO! Que eu ganhei de presente quando estava grávida. Não é um anel barato e chama bastante atenção. Todos os dias eu colocava ele na haste do meu óculos para não perder já que ele me incomoda para dormir. Na última noite no hotel eu tirei para dar banho na Julia e deixei na pia do banheiro. Esqueci. No dia seguinte fizemos o check out e fomos direto para o Animal Kingdom passar o dia, de lá voltaríamos no hotel para pegar as malas e seguiríamos para o hotel da Universal. Quando eu estava na fila da segunda atração do parque eu percebi que meu anel não estava no dedo. Não me lembrava se tinha esquecido no hotel ou se ele tinha caído do meu dedo. Meu dia acabou ali. Não quis sair do parque para não perder os ingressos também já que existia um grande risco de nunca mais achar meu anel. Meu marido tentou ligar várias vezes para o hotel mas a ligação sempre caia. Quando saímos do parque voltamos para o hotel. Eu fui na recepção já sem nenhuma esperança de achar. Mas alguns minutos depois o recepcionista que me atendeu disse que eles estavam com o anel e que eu só precisaria esperar alguns minutos para darem baixa o sistema. Todos foram tão gentis e prestativos que ali eu entendi o diferencial de atendimento da Disney.

O quarto

Os quartos do hotel são um capítulo à parte. Bem grandes!!! O que nós ficamos tinham duas camas Queen, uma mesa com duas cadeiras, uma TV, cafeteira, ferro de passar, tábua de passar, cofre, um armário onde couberam todas as malas, um mini frigobar (como todos os quartos da Disney) e muitas gavetas para guardarmos tudo. Além da varanda com duas cadeiras que serviam para observarmos a Savana. Na parte do banheiro tínhamos uma super pia, com secador de cabelos, separada do vaso sanitário e do box, um espelho de corpo inteiro na porta. Única reclamação do quarto: CORTINAS no box!!! ODEIO!!!! Mas sei que são comuns nos EUA, então…

Todos os detalhes do quarto também remetem à Africa, até o papel de paredes tem estampado animais e mapas africanos.

Os quarto Standard, Pool e Savana são iguais por dentro. A única coisa que muda é a vista deles. Vi muita gente alegando que não valia a pena pagar a diferença do quarto já que existem vários pontos para avistar os animais do hotel, mas eu acho que acordar, abrir a varanda e ver vários bichos passeando, vale a diferença.

Minha única preocupação é que a cama é BEM alta, não deixaria a Julia dormir nela sozinha. Fizemos uma barreira com a caixa de um carrinho de bebê mas se não tivéssemos a caixa ela teria que dormir conosco na nossa cama.

Existem quartos que ao invés de terem duas camas Queen, tem uma cama e um beliche. Acho que essa seria a melhor opção para quem vai com crianças.

Há outras opções de quarto, existe a suíte de um quarto e até suítes com 2 quartos, o preço é estratosférico e eu nem procurei saber dos detalhes.

Atividades para crianças

São tantas atividades voltadas para crianças que a não ser que você separe um bom tempo para ficar no hotel, você não vai aproveitar nem 10% delas. As mais populares eram:
– Uzima Spring – Piscina imensa, aquecida e com um toboágua e uma pequena praia, além de várias espreguiçadeiras. Encontramos também duas jacuzzis e difícil foi fazer minha filha sair de uma e voltar para a piscina;
– O parquinho – Perto da piscina um parquinho com escorrega e brinquedos de criança também distraem bastante;
– Simba’s Clubhouse – Não fomos mas existe um clube para crianças por lá. Eles tem até mesmo serviço de babysitter e o valor é pago por hora (quando fomos era 15 dólares/hora por no mínimo 2 horas). Podem ficar crianças de 3-12 anos e além de filmes, as crianças podem brincar com jogos de tabuleiro, brinquedos e interagir com outras crianças;

A Savana

Existem 3 Savanas no hotel: Sunset, Arusha and Uzima. A mais famosa e maior é a Arusha. Nela o hóspede tem uma boa vista das girafas, zebras, cerdos, porcos selvagens, entre outros. Já a Sunset é um bom ponto para ver o sol se pôr. Confesso que não fui nessa. A Uzima é próxima da piscina. Nela é possível ver flamingos, Touros, muitos pássaros e búfalos.

A área de Savana do Animal Kingdom tem quase 1km2 de extensão, mas foi exatamente ela que quase me fez desistir de ficar no hotel. Desde que eu virei vegetariana, eu tomei pavor de zoológicos e pela transferência de animais perfeitamente saudáveis para locais fora do seu habitat natural. E eu não posso mentir, o hotel é um grande zoológico. Tem muito espaço para os animais? Tem! Mas continua não sendo o local que eu gostaria que eles estivessem de verdade. Se esse detalhe não te incomoda, então você não vai ter nenhum porém como hotel. Se isso te incomoda, tanto quanto a mim, você vai ter uma relação de amor e ódio com o hotel.

Não posso mentir que ver os animais tão de perto, sem grandes barreiras é emocionante e que a Julia ficou maravilhada e certamente vai ser a maior lembrança que ela guardará da viagem. Seria melhor ter visto os mesmos animais em uma reserva africana? Certamente!

Dito isso, a Savana é gigantesca, são 200 animais na Savana e mais 130 aves espalhadas por vários pontos. Os animais ficam bem próximos dos quartos mas uma cerca muito bem escondida no chão não permite que eles cheguem há mais de uns 50 metros do hotel. Os únicos animais que eu vi passarem pelas cercas foram os patos. Então aquele sonho de fazer carinho em uma girafa enquanto toma seu café está fora de cogitação, melhor guarda-lo para algum hotel na Africa mesmo.

Além de poder observar da varanda do quarto, o hotel tem algumas varandonas de ponto de observação dos animais, alguns até com binóculos gigantescos. E um ponto central que entra em boa parte da Savana Arusha e que é o ponto que permite que os hóspedes cheguem bem perto dos animais, que são alimentados estrategicamente há alguns metros dali. É nesse local também que às 17h fogueiras são acesas e marshmallows são assados. Durante a manhã e a tarde alguns funcionários do hotel ficam ali falando sobre os animais, tribos africanas, além do clima e da geografia das savanas. Como quase todos funcionários da Disney, esses eram super solícitos e simpáticos.

Na maior parte do dia a Savana fica bem esvaziada e quem fica no hotel poucas horas e passa a maior parte do tempo nos parques pode ficar bastante frustrado já que em todas as imagens de divulgação do hotel parece que muitos bichos em frente ao hotel. Os melhores horários para observar os animais foram às 10h e às 16h, provavelmente por ser o horário de alimentação, nesses momentos o movimento da savana parecia até a cena da apresentação do Simba no Rei Leão de tanto bicho.

Os restaurantes

Não vou falar dos restaurantes que tem no hotel porque eu vou fazer um post só para eles. O hotel tem 4 restaurantes:
Boma – Restaurante buffet com grande variedade de comidas e bem informal
The Mara – Restaurante de fast service, bom para café da manhã e lancher rápidos
Sanaa – Restaurante com vista para a Sanava e cozinha Asiática/Africana (bem puxado para a cozinha indiana)
Jiko – Restaurante grã fino. Não passamos nem perto.

Considerações finais

Minha opinião final sobe o hotel é que ele meio que joga sujo com os outros. Ele é tão lindo e a atmosfera é tão perfeita que é difícil pensar em ficar em outro hotel da Disney depois de descobrir como ele é incrível, mas recomendo fortemente que no seu planejamento você reserve pelo menos 2 dias só para aproveitar o hotel, suas atividades e restaurantes. Nós reservamos 1 dia e meio e eu achei muito pouco.
É um hotel delicioso e com várias atividades para crianças e adultos, além de caro, vale a pena sacrificar uns dias de parque para fazer o dinheiro gasto valer a pena.

hospedagens pelo mundo, Sudeste Asiático, Tailândia

The Balcony Chiang Mai Village – Nosso hotel em Chiang Mai

Chiang Mai aparece em TODOS os guias sobre a Tailândia um dos melhores lugares para fazer turismo no país. É a cidade mais barata da para se visitar na Tailândia, você provavelmente irá ler em muitos lugares que ela é o lugar mais incrível que existe. Que é a capital espiritual do país e tal.

Para ser muito sincera foi a cidade que eu menos gostei em todo o Sudeste Asiático. Ela é vendida como a maior maravilha do mundo, mas na verdade é uma cidade plana enorme, muito seca e poluída e que sobrevive às custas da exploração de pessoas e animais.

Isso não quer dizer que a cidade é horrível e que eu não ache que ela não merece uma visita, mas sem dúvida nenhuma, eu acredito que é um turismo que deve ser discutido e questionado. Mas isso é assunto para um outro momento.

Chiang Mai é uma cidade grande que é vendida como cidade pequena. Quando eu comecei a pesquisar sobre a cidade eu imaginava uma coisa meio Itacaré, sabe? Talvez meio Búzios, só que sem as praias. Um vilazinha com um potencial turístico inacreditável. Estava enganada. A cidade não tem nada de vila, é gigante e dividida entre a parte antiga, que fica dentro da muralha, e a parte nova, que cerca essa muralha.

Quando eu comecei a presquisar sobre os hotéis da cidade eu logo percebi que ficar dentro da parte murada sairia bem mais caro do que que do lado de fora, mas também percebi que para quem viaja sem carro, meu caso, tudo fica meio longe.

Olhando pelo Booking O hotel The Balcony Chiang Mai Village parecia uma excelente opção, novinho, foi inaugurado em 2013, nós viajamos em 2015, os reviews eram maravilhosos e o preço bem convidativo.

De antemão eu já sabia que ficaríamos distantes do centro e que ocasionalmente rolavam umas festas de casamento no terreno do lado que incomodavam muito os hóspedes com uma música alta que varava a madrugada. Mas também sabia que o hotel contava com somente 12 quartos bastante exclusivos.

Contratamos com o próprio hotel um transfer que nos buscaria na estação de trem. Para nossa surpresa, quando chegamos na estação, depois de uma noite dormida no trem, fomos recepcionados por um super carro utilitário de luxo. Só para nós 3!

Chegamos no hotel cedo e pediram que esperássemos na recepção ou no restaurante que existe na parte da frente ao hotel, o Fang Coffee. Fomos para o restaurante, que por sinal era muito agradável, e ficamos lá por quase uma hora, uma funcionária do hotel foi até lá nos buscar e avisou que nossos quartos ficariam prontos mais cedo do que o esperado.  O hotel é super bem decorado, inspirado nas tribos das montanhas, com muita madeira escura contrastando com paredes claras, bastante verde e detalhes de bambu. Também tinham várias estátuas pelo hotel.

Nosso quarto ficava no primeiro andar da construção anexa e só poderia ser descrito como FENOMENAL! Ele era imenso! Ficamos no Grand Deluxe, que é o maior quarto que eles tem . São 40m2 de pura felicidade. Piso de tábua corrida, móveis escuros, cortinas e roupas de cama claras, uma caminha extra (onde a Julia poderia dormir) e uma cama de casal gigantesca que se eu pudesse teria enviado para a minha casa (e onde a Julia realmente dormiu, porque ela é dessas). Melhor cama que já ficamos na vida, e olha que nós sempre damos sorte e pegamos hotéis com camas maravilhosas, mas essa espetacular!! Nem a Julia conseguiu esconder a felicidade e ficou correndo loucamente pelo quarto, subindo nas camas, calçando o chinelo de palha que eles deixam para os hóspedes. Lembrando que na Tailândia o costume é não usar o sapato dentro de casa, e o mesmo deve ser aplicado aos quartos de hotel. Era comum ver na escadinha do quarto os sapatos e chinelos dos hóspedes.

O quarto tinha ainda um banheiro com uma banheira, secador de cabelo e um aparador que serviu diversas vezes como fraldário. Nosso quarto tinha vista para a piscina e uma mesas com duas cadeirinhas. Além disso tudo, as facilidades que normalmente tem nos hotéis: TV, ar condicionado, cofre, microondas, cafeteira, chaleira elétrica, frigobar, wifi, produtos de banho.

A piscina era muito boa e contava com uma parte de Jacuzzi e uma outra que é tipo uma fonte onde no centro fica um vaso enorme, essa parte é bem rasa e foi praticamente uma piscininha para a Julia, ela amou.

Nós precisávamos lavar roupa quando chegamos em Chiang Mai, mas era bem caro lavar pelo hotel, então a única funcionária que falava bem inglês, nos ofereceu que uma das moças da limpeza levasse para a casa dela e lavasse. Foi bem barato, acho que uns 5 dólares e a roupa voltou lavada e passada.

O café era bom, nada fenomenal se comparado ao do Eastin Grand Sarthon. Eram 3 opções, um prato asiático que vinha com arroz, peixe e salada, um americano com salsicha, bacon e  ovos mexidos e o terceiro tinha torrada, frutas, granola e iogurte. Comi todos e todos estavam excelentes. Única reclamação que eu tenho sobre o café da manhã é que eles regulavam a quantidade de frutas, então a Julia, que comia só o ovo mexido, pedia fruta e eles faziam cara feia para dar. Mas é só ignorar que eles trazem mesmo contrariados. Os funcionários são prestativos mas falavam bem pouco inglês, com excessão de uma das funcionárias que eu acho que era a gerente, isso foi um problema algumas vezes.

O Preço do hotel é muito bom para o conforto que ele oferece. Dei uma pesquisada hoje e o quarto que ficamos está saindo por uns 275 reais a diária. De um modo geral os funcionários foram super solicitos, nos ajudando a escolher o curso de culinária que eu faria e os passeios.  Como ponto fraco: A distância do centro e o fato deles não terem transfer gratuito para o centro nenhuma vez durante o dia, só tem para o mercado noturno a noite. Essa brincadeira acaba ficando cara. E a dificuldade para eles colocarem mais frutas no prato.

No geral foi um hotel que eu gostei muito e que com certeza eu voltaria se retornasse a Chiang Mai.